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Seleção brasileira, com jogadoras experientes e estreantes, chega ao bicampeonato do Torneio Final Four
A seleção estava dividida. Algumas jogadoras no CT de Saquarema e outras, com novas convocadas, em Lima, no Peru. A força brasileira na capital não era total. No entanto, foi o necessário para manter o Brasil no lugar mais alto do pódio pela oitava vez consecutiva, a quinta na temporada. Neste domingo, a equipe comandada por Paulo Coco, que substituiu o técnico José Roberto Guimarães na competição, derrotou os Estados Unidos por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 25/16, 25/27 e 25/19, e conquistou o bicampeonato do Torneio Final Four. A medalha de bronze ficou com a República Dominicana, que venceu o Peru por 3 a 0 (25/17, 25/21 e 27/25).
O Brasil, único invicto, chegou ao segundo título do Final Four com cinco vitórias e três sets perdidos. Na fase classificatória, venceu Estados Unidos (3 sets a 2), República Dominicana e Peru (ambas por 3 a 0). Nas semifinais, voltou a derrotar as peruanas por 3 a 0.
Desde o dia 13 de julho de 2008 que a seleção brasileira não perde um título: são oito competições e oito vitórias. No ano passado, o Brasil venceu o Grand Prix, o Final Four e os Jogos Olímpicos de Pequim. Em 2009, ganhou o Torneio de Montreux, a Copa Pan-Americana, o Classificatório para o Mundial 2010, o Grand Prix e, agora, a segunda edição do Final Four.
A próxima competição da seleção brasileira será o Campeonato Sul-Americano, em Porto Alegre, entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro. O vencedor garante vaga na Copa dos Campeões, que acontece em novembro, no Japão.
Fonte: Globo Esporte
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Rubens Barrichello está nas nuvens. O brasileiro venceu o GP da Itália de Fórmula 1, na manhã deste domingo, e não escondeu a emoção. Com o resultado, Rubinho chega a 66 pontos e está a apenas 14 do líder da temporada, o inglês Jenson Button, seu companheiro na Brawn. Feliz, o brasileiro lembrou das desconfianças e do momento ruim que passou, quando teve seu contrato encerrado com a extinta equipe Honda no fim de 2008.
- Foi uma grande vitória aqui, não importa o que aconteça. É bom lembrar que há alguns meses atrás, eu não tinha sequer trabalho. Mas nunca perdi a confiança em mim, apesar de algumas críticas. Agora, é bom estar em uma equipe fantástica, com um carro fantástico. Foi tudo muito bom. Tivemos diferentes pneus, diferentes estratégias, e o carro vem trabalhando bem – disse Barrichello, na entrevista coletiva oficial após a prova.
Experiente, Rubinho sabe que quando as vitórias acontecem, a responsabilidade aumenta muito. Ele garante que está pronto para lutar pelo título nas quatro corridas que restam para o fim da temporada (Cingapura, Japão, Brasil e Emirados Árabes).
- Nem tenho muitas palavras. É só ver esse público e sentir esse bom momento. Vou dar o máximo de mim para continuar lutando pelo título até o fim – encerrou.
Fonte: Globo Esporte
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Souza comemora o primeiro gol do Grêmio
O Grêmio precisou de 12 jogos fora de casa para conseguir a sua primeira vitória longe dos seus domínios no Campeonato Brasileiro de 2009. O placar de 2 a 0 sobre o Náutico, neste domingo no Recife, tirou um peso das costas do Tricolor, que pulou da oitava para a sexta posição na tabela e, com 36 pontos, ainda se permite sonhar com algo a mais no Brasileirão. Já o Timbu, estacionado nos 25, segue em 16º lugar, a um passo da zona de rebaixamento.
Jogar fora do Olímpico vinha sendo um tormento para o Grêmio. Nas 11 partidas que tinha feito como visitante, o time foi derrotado em oito e empatou três. Ou seja, atuar nos Aflitos, palco da histórica batalha de 2005, não seria tarefa fácil. Mas foi…
Reforçado com a volta de Maxi López, que ficou cinco rodadas fora, o Grêmio atraiu boa parte da marcação do Náutico para cima do atacante argentino. E foi exatamente isso que ocorreu no lance do primeiro gol, aos 17 minutos. Quando Tcheco cruzou para a área, dois zagueiros estavam grudados em Maxi. Souza, livre, aproveitou o espaço e cabeceou para o gol.
Victor brilha, enquanto Acosta sai contundido:
O time pernambucano, empurrado pela sua fanática torcida, foi para cima. Mas a falta de pontaria e a ótima atuação do goleiro Victor mantinham o Grêmio na frente. Para piorar, o uruguaio Acosta se machucou e precisou ser substituído por Márcio Barros aos 24.
Pouco depois, aos 26, o Grêmio fez mais um. Jonas, em bonita jogada individual na área, tirou a marcação com um lençol e completou de perna esquerda para o gol.
Abatido, o Náutico sofreu mais uma baixa e Geninho, antes mesmo do intervalo, precisou queimar a segunda alteração: Sidny no lugar de Patrick.
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Autor do gol do Goiás, lateral Vitor disputa a bola com o meia Ewerton, do Barueri
O jogo não foi dos mais interessantes de se assistir. Mas para o Barueri pouco importa. O time venceu o Goiás por 3 a 1 neste domingo, em casa, e voltou a ver o G-4 se aproximando. Para completar, ainda atrapalhou um adversário direto na briga pela vaga na Libertadores. Depois de nove rodadas, o Esmeraldino não está mais entre os quatro primeiros. Márcio Careca, Thiago Humberto e Basílio marcaram para os paulistas, enquanto Vítor fez o gol dos visitantes.
Com o resultado, a equipe de São Paulo está oitava posição, com 36 pontos, a apenas quatro do quarto colocado Atlético-MG. O Goiás, que deixou o G-4 nesta rodada, caiu para o quinto lugar, com 39 pontos. O time goiano desperdiçou grande chance de encostar nos líderes, já que Palmeiras e Internacional perderam nesta rodada.
Na próxima rodada, o Barueri viaja até Santa Catarina, onde enfrenta o Avaí no domingo, às 18h30m, na Ressacada. No mesmo dia e horário, o Goiás encara o Corinthians no Pacaembu, na partida que pode ter o retorno de Ronaldo.
Apenas quatro minutos de emoção:
A partida parecia lenta até os 11 minutos. De repente, o Barueri acelerou e surpreendeu a defesa do Goiás. Flavinho tocou para Márcio Careca, que avançou em velocidade pela esquerda, invadiu a área e chutou forte na saída de Harlei para abrir o placar. O Esmeraldino, porém, respondeu rápido. Vitor puxou para o meio, deu um belo drible em Ewerton e bateu forte, no ângulo, para empatar a partida com um golaço.
Mas o primeiro tempo voltou à morosidade do início. Thiago Humberto ainda obrigou Harlei a uma boa defesa aos 22. Fernandão perdeu uma boa chance aos 33, quando bateu fraco da entrada da área. Nada que chegasse a empolgar.
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O sonho de voltar à Taça Libertadores continua vivo no Santos. Com uma atuação irregular, o Peixe sofreu, mas venceu o Santo André por 1 a 0, neste domingo, na Vila Belmiro, e voltou a se aproximar do G-4 do Campeonato Brasileiro. O volante Germano, aos 39 do primeiro tempo, fez de cabeça o único gol da partida.
Com o resultado, o Santos sobe para a sétima colocação, somando 35 pontos, quatro a menos que o Goiás, último a garantir vaga na competição internacional neste momento. Agora, o time praiano torce contra alguns adversários diretos nos jogos que completam a rodada para não cair na tabela. Já o Ramalhão segue na zona do rebaixamento, em 17°, com 24 pontos.
Na próxima rodada, o Santos volta a jogar na Vila Belmiro, desta vez contra o Botafogo, domingo, às 18h30. O Santo André recebe o São Paulo, no mesmo dia, às 16h, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto.
Com ataque mal, volante Germano resolve:
A obrigação de vencer para seguir vivo na luta por uma vaga na Taça Libertadores fez o Santos se atrapalhar todo no primeiro tempo. Com pouco espaço no campo ofensivo pela estratégia defensiva usada pelo Santo André, o Peixe errou muitos passes e, de quebra, sofreu com os perigosos avanços do Ramalhão nos contra-ataques.
Marcelinho Carioca criou a primeira boa oportunidade de gol, logo aos três minutos. Ele cobrou falta pela esquerda, Gustavo Nery desviou por trás da zaga e Junior Dutra, na pequena área, chutou para fora. O mesmo Junior Dutra quase marcou, aos 13, ao receber de cabeça do Pé-de-Anjo e bater à esquerda do goleiro Felipe.
O Santos demorou a assustar. Neneca fez duas tranquilas defesas em chutes de Neymar e Madson, aos 17 e aos 33 minutos, respectivamente. Com Léo recuado pela esquerda, o time concentrou todas as jogadas ofensivas pela direita com o trio George Lucas, Madson e Rodrigo Souto. A produção, porém, foi baixa. Preso na marcação e isolado, Kléber Pereira praticamente não tocou na bola.
Assim, coube a defensor resolver o problema. Com liberdade para chegar à frente, o volante Germano colocou o Santos em vantagem em um lance de centroavante, aos 39 minutos. Neymar pegou rebote por trás da zaga pela direita e cruzou. Germano ganhou pelo alto da defesa e cabeceou no canto direito de Neneca.
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Tardelli marca para o Galo e 'pilota' no Mineirão
Principal jogador do Atlético-MG na temporada, Diego Tardelli mostra que está realmente disposto a levar o time à Libertadores do próximo ano e, se possível, garantir uma vaguinha na seleção brasileira que vai à Copa do Mundo da África do Sul. Neste domingo, contra o Atlético-PR, no Mineirão, ele foi mais uma vez decisivo e fez o gol da vitória alvinegra, por 2 a 1, de virada, pelo Brasileirão. O resultado recoloca o Galo no G-4, com 40 pontos. O time foi beneficiado pela derrota do Goiás para o Barueri, por 3 a 1, no complemento da 24ª rodada. O Furacão está em 14º, com 28 pontos, e continua perto da zona de rebaixamento.
Os dois times voltam a jogar pelo Brasileirão no próximo sábado, às 18h30m. Os mineiros encaram o Náutico, no Recife, enquanto os paranaenses recebem o Sport, na Arena da Baixada. Antes, porém, vão entrar em campo nas partidas de volta da Copa Sul-Americana, na quarta-feira. O Galo encara o Goiás, no Serra Dourada. Na ida, houve empate por 1 a 1. Já o Furacão visita o Botafogo, no Engenhão. Em Curitiba, não passaram de um empate sem gols.
Xarás equilibrados no primeiro tempo:
Demorou um bocado para Atlético-MG e Atlético-PR criarem chances claras de gol no Mineirão. Empurrado pela massa, que atraiu o olhar admirado do técnico Celso Roth pela quantidade, o Galo tentou se impor com jogadas pelos lados do campo, enquanto o Furacão esperava bem armado para o contra-ataque. Foram exatos dez minutos de pouca criatividade e emoção zero. Até que Paulo Baier cobrou falta para a área, Alex Mineiro ganhou de Jonílson pelo alto e cabeceou para abrir o placar. Na dividida, o atacante rubro-negro bateu cabeça com o volante e sentiu dores durante a comemoração. Dor que encerra um jejum de dois meses sem marcar. Na primeira vez que balançou a rede neste Brasileirão, ainda era jogador do Grêmio.
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Destaque na vitória do Cruzeiro, Gilberto recebe abraço de Thiago Ribeiro e Henrique
O Cruzeiro renasceu. Depois de tropeços sequenciais em três rodadas, a Raposa mostrou uma força que parecia escondida e venceu o Inter por 3 a 2 em jogão no Beira-Rio. O resultado barra, pelo menos momentaneamente, a pretensão colorada de assumir a liderança do Campeonato Brasileiro. Bastava um empate para os gaúchos, que contaram com uma ajuda do Palmeiras, derrotado pelo Vitória em Salvador.
Quem agradece é o São Paulo, em ascensão na tabela, agora empatado com o Inter em pontos (43) e colado no Palmeiras, que segue líder, com 44. Para a Raposa, que atuou muito desfalcada, a vitória não representou muito em termos de classificação, mas foi o sinal de que o futuro pode ser melhor. O time mineiro é o 13º, com 32 pontos.
O Inter volta a campo no sábado. Visita o Vitória em Salvador. O Cruzeiro vai esperar mais alguns dias. O próximo jogo é no dia 23, uma quarta-feira, contra o Palmeiras no Mineirão.
Dois pênaltis e dois gols no primeiro tempo:
Até o sol percebeu que Inter x Cruzeiro era um jogo para ser visto. Depois de uma semana ignorando os porto-alegrenses, ele resolveu aparecer pouco antes de a bola rolar. As fortes chuvas que tanto incomodaram os gaúchos no decorrer da semana deixaram o gramado pesado. A fluência do jogo foi atrapalhada pela água.
Mesmo assim, foi uma ótima partida. O Cruzeiro começou o primeiro tempo todo assanhado, ignorando a força vermelha dentro de casa. Logo no primeiro minuto, Gilberto deu um daqueles passes que só pertencem a quem sabe jogar de verdade. A bola ficou com Thiago Ribeiro, livre na área. Lauro saiu muito bem e evitou o gol precoce dos mineiros.
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