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O Rio de Janeiro deu mais um importante passo nesta quarta-feira em busca do direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Em relatório divulgado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a comissão que esteve na cidade brasileira em abril demonstrou ter gostado das propostas apresentadas. Um dos fatores mais ressaltados no documento foi a intenção do Rio de usar o evento como ferramenta de transformação e inclusão social. Por outro lado, ficou evidente a preocupação com as acomodações. Com base nos relatórios das quatro cidades (Rio, Madri, Tóquio e Chicago) será escolhida no dia 2 de outubro deste ano a cidade que sediará a competição.
Logo na introdução do relatório feito pela comissão avaliadora que visitou as quatro cidades, foi destacado que “A Canditura do Rio 2016 faz parte do programa do governo brasileiro de investir no esporte como catalisador para a integração social”. Isso seria possível através dos seguintes programas: inclusão social atráves do esporte; esporte de elite; expansão da infraestrutura esportiva e sediar grandes eventos esportivos. A logo “Viva essa paixão” e o grande apoio popular, o maior entre as candidatas com 85%, também foram ressaltados.
- Estamos muito felizes, porque o relatório confirmou a aprovação do COI ao nosso projeto e nossa visão para os Jogos, e que o Rio é considerado pronto para receber os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos pela primeira vez na América do Sul. A visita da comissão de avaliação ao Rio foi um grande sucesso e isso foi destacado na descrição da nossa documentação e apresentações, definidas como de ‘qualidade muito alta’ – disse Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016.
A preocupação com o controle e diminuição da violência também foi relatada. Segundo a comissão, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) tem conseguido diminuir a criminalidade através de programas de segurança focados na inclusão social e na recuperação de jovens com a ajuda do esporte.
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Tiago Splitter se esforça para evitar uma cesta do Canadá
“Matar” os canadenses, como queria Moncho Monsalve, não foi uma missão das mais fáceis. Com a corda no pescoço na Copa América, os adversários do Brasil deram muito trabalho nesta quarta-feira, em San Juan, mas não a ponto de confiscar o passaporte verde-amarelo. Com a vitória por 68 a 59, a seleção de Moncho Monsalve enterra os rivais na Copa América e – o mais importante – garante uma das quatro vagas para o Mundial da Turquia em 2010.
A seleção volta à quadra nesta quinta, para enfrentar o Uruguai, já com a passagem à semifinal assegurada. A missão a partir de agora é manter o ritmo de vitórias e mirar no título da Copa América.
Se a ideia era “matar” o adversário, o primeiro passo era escolher as armas para a missão. E o Brasil escolheu Leandrinho. Ele foi o cestinha da partida: anotou 31 pontos. Pelo Canadá, o maior pontuador foi Levon Kandall, com 12.
Com a esposa Samara Felippo vendo tudo da arquibancada, o ala-armador começou a partida jogando praticamente sozinho. A seleção demorou a se encontrar, com as ações transcorrendo em ritmo de pelada. A defesa não funcionava tão bem como nos confrontos anteriores, e o Canadá ameaçava tomar o controle do placar. O camisa 10 não deixou.
Leandrinho fez duas cestas seguidas de três quando o Brasil perdia por 9 a 3 e manteve o ritmo nos minutos seguintes. A seleção virou o primeiro quarto na frente, com o placar de 18 a 15, sendo que 15 destes 18 pontos saíram pelas mãos do jogador do Phoenix Suns.
No início do segundo período, a defesa começou a se acertar. Moncho mandou Marcelinho Machado à quadra, no lugar de Alex, e colocou Giovannoni no lugar de Splitter quando o pivô sofreu uma falta e levou a mão ao joelho esquerdo. Foi apenas um susto, e Tiago nem precisou receber atendimento médico no banco. A diferença de sete pontos, no entanto, evaporou com duas bobeadas seguidas do Brasil.
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O delegado Gilmar Contrera, titular da 95ª Delegacia de Polícia da capital, afirmou nesta quarta-feira (2) que solicitou ao Instituto de Criminalística uma perícia para identificar de onde partiu o tiro que matou a adolescente Ana Cristina Macedo, de 17 anos, atingida por uma bala perdida em Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, na noite de segunda-feira (31).
A garota foi atingida durante confronto entre supostos assaltantes e guardas civis municipais de São Caetano do Sul, cidade do ABC que faz divisa com Heliópolis.
Segundo o delegado, serão analisados o projétil, as armas funcionais dos três guardas e será feito um cofronto balístico.
Para o delegado, “tudo leva a crer que o disparo saiu do guarda civil”, no entanto, a perícia é que vai identificar a fonte do disparo. Segudo ele, o projétil era possivelmente de uma arma calibre 38. “O laudo deve sair por esses dias”, completou.
Contrera disse também que a Guarda Civil Municipal informou na tarde dessa quarta que dos três guardas que participaram da ocorrência, dois tinham armas particulares registradas em seus nomes. Um deles tinha uma arma de calibre 38 e outro, uma pistola.
“Isso significa que se a perícia [das armas da guarda civil] não identificar, podemos confrontar com as armas registradas em nome dos guardas.”
O delegado Gilmar Contrera afirmou que circularam boatos nessa quarta de uma nova manifestação e por isso o policiamento foi reforçado no entorno da favela de Heliópolis. No entanto ele disse que entidades e lideranças descartaram um novo ato na favela.
O dia foi tranquilo na comunidade, onde nessa terça foi realizada uma onda de protesto em razão da morte da adolescente Ana Cristina.
Na terça, 23 manifestantes, dos quais três adolescentes, chegaram a ser detidos para averiguação e a Polícia informou que, se comprovado o envolvimento nas ações violentas, eles podem responder por danos ao patrimônio e lesão corporal a policiais.
Apesar do clima de tranquilidade na comunidade de Heliópolis, comerciantes e moradores disseram temer novos conflitos após o episódio de terça-feira.
Fonte Original: G1 São Paulo
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O livro “Jornal Nacional, modo de fazer”, por William Bonner, foi lançado na noite desta quarta-feira (2) no Rio de Janeiro.
Os bastidores do telejornal de maior audência do Brasil, as etapas de produção do Jornal Nacional são mostradas em detalhes no livro.
Pessoas que fazem parte desta história compareceram à noite de autógrafos.
“O jornal tem 40 anos eu tenho 46, portanto, eu fui criado vendo Jornal Nacional. É um telejornal obrigatório”, disse o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.
O livro satisfaz a curiosidade de estudantes e telespectadores, que descobrem, por exemplo, quais são os critérios para a escolha das reportagens e a corrida contra o tempo para finalizar cada edição. Por isso o título: “Jornal Nacional, modo de fazer”.
Essa receita não é sempre a mesma. Acompanha a evolução da tecnologia e também mudanças na sociedade brasileira. No livro, quem conta esse desafio diário é o apresentador e editor-chefe do Jornal Nacional há 10 anos, William Bonner.
“A receita básica é a mesma desde 1969, e ela que dá verdadeiramente o sabor do Jornal Nacional para todos os brasileiros. Qual é o sabor? O sabor quente da notícia do dia. A nossa vocação, isso é de 69″, explica Bonner.
Fonte Original: G1 Brasil
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O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) em entrevista no Senado, nesta quarta-feira (3)
O Senado adiou para a próxima semana a votação da reforma eleitoral, que regulamenta o uso da internet durante as eleições e estabelece novas regras sobre doações, participação de candidatos em inaugurações de obras públicas e até sobre a criação de novos programas sociais em período de campanha. O que impediu a votação foi a controvérsia sobre o uso da internet na campanha.
Comissões da Casa haviam aprovado na manhã desta quarta-feira (2) um projeto para ser levado a votação em plenário, mas um dos relatores, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), disse que vai propor novas alterações para tentar regulamentar a cobertura jornalística e as opiniões na web durante a campanha.
Pelo texto aprovado nas comissões, os veículos de internet e todas as pessoas que possuem páginas na web teriam de se submeter a regras de televisão e rádio. Estas regras determinam tratamento isonômico entre os candidatos e proíbem que se emita opinião sobre concorrentes.
Azeredo afirmou nesta tarde que vai alterar o projeto. Na visão do senador tucano, será preciso detalhar na lei o funcionamento de cada “parte” da internet. “A parte da internet que for igual a jornal, vai seguir a regulamentação de jornal. Na parte que for igual a rádio e televisão, segue esta regulamentação.” Segundo o senador, na semana que vem será resolvido como tratar os sites que tiverem as duas coisas, tanto parte escrita quanto vídeo.
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Dunga conversa com Kaká e Adriano no treino
Os argentinos temem Adriano, carrasco dos últimos anos. E Dunga sabe bem disso. O treinador testou nesta quarta-feira uma escalação com três atacantes. Além do Imperador, Robinho e Luis Fabiano treinaram entre os titulares. Mas é apenas uma opção de jogo.
Como não utilizou os quatro jogadores que se apresentaram apenas na noite de terça-feira – Luisão, Ramires, Elano e Daniel Alves -, o capitão do tetra preferiu observar uma alternativa para a partida contra a Argentina, no sábado, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
Além disso, Dunga optou pela escalação de Lúcio e Miranda na zaga deixando Juan entre os reservas. O jogador do Roma ainda está sem o ritmo ideal de jogo já que passou a pré-temporada se recuperando de uma lesão muscular sofrida contra a Itália, na Copa das Confederações. Quatro atletas da seleção Sub-17 completaram o grupo durante o treino técnico-tático com as dimensões do campo reduzidas.
Adriano ganhou fama de carrasco da Argentina ao marcar na final da Copa América de 2004 e levar o jogo para os pênaltis, quando o Brasil conquistou o título. O Imperador já enfrentou os hermanos em quatro partidas e balançou a rede três vezes. Além da Copa América de 2004 (2 a 2), fez dois na vitória de 4 a 1 na decisão da Copa das Confederações de 2005.
Nesta quinta-feira, Dunga vai comandar o único coletivo antes do duelo contra a Argentina. A tendência é que o zagueiro Luisão e o meia Ramires entrem no time. Com isso, Miranda e Adriano ficariam na reserva.
Fonte Original: Globo Esporte
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Manoel, do Atlético-PR, e Fahel, do Botafogo, disputam bola no alto
Com um time composto por dez reservas, o Botafogo apostou na motivação como combustível para conquistar um bom resultado diante do Atlético-PR, na Arena da Baixada. E pode-se dizer que o objetivo foi alcançado. As duas equipes ficaram no 0 a 0 no jogo de ida da primeira fase da Copa Sul-Americana, disputado nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, em Curitiba.
O confronto de volta acontecerá no dia 16, no Engenhão, e quem vencer se classifica para enfrentar o Emelec, do Equador, nas oitavas de final. Novo empate em 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis, e, caso haja igualdade com gols, o time paranaense segue na competição.
Poucas chances de gol:
A torcida que encheu a Arena da Baixada procurou fazer a sua parte, mas, dentro de campo, o Atlético não pressionou o Botafogo da forma esperada. A equipe da casa usava a velocidade, mas não mostrava a inteligência necessária para criar chances reais de gol. A maior parte delas acontecia tirando proveito dos erros alvinegros.
O Botafogo mostrava clara falta de entrosamento, o que acentuava os erros de passe. A equipe mostrava uma postura firme, correndo muito e marcando bem os ataques do Atlético. No entanto, pecava no momento de atacar, com os jogadores se precipitando quando chegavam próximos da área adversária.
Com esse panorama, foram poucas as chances claras de gol. A melhor delas foi do Atlético, aos 31 minutos, quando Alex Mineiro recebeu fora da grande área, passou por Eduardo e mandou uma bomba. Flávio voou em seu ângulo esquerdo para defender. O goleiro, aliás, mostrou personalidade na primeira etapa, mostrando segurança a uma defesa que dava muitos espaços.
Nos acréscimos, Laio perde grande chance para o Botafogo:
O Atlético voltou para o segundo tempo disposto a exercer a pressão não conseguiu fazer nos primeiros 45 minutos. Mas o Botafogo continuava apostando nos contra-ataques e se posicionava bem defensivamente. Logo no início da segunda etapa, Estevam Soares lançou Thiaguinho, substituindo Léo Silva, que além de atuar improvisado na lateral direita, estava pendurado com o cartão amarelo.
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