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Pá mecânica do Batalhão de Operações Especiais
O Batalhão de Operações Especiais (Bope) vai ganhar novos equipamentos para destruir barricadas do tráfico de drogas no Rio de Janeiro. Segundo a PM, a frota de veículos grandes e pesados será capaz de destruir qualquer obstáculo que venha atrapalhar operações realizadas pela PM.
O primeiro veículo entregue ao batalhão será uma pá mecânica, que é capaz de retirar obstáculos a uma altura de até cinco metros. Ela é equipada com um rompedor — pinos que perfuram e destroem blocos de concreto. A máquina chama atenção: são três metros de altura, uma pá na frente para a retirada de destroços e uma cabine com ar-condicionado para o piloto.
Projeto:
O projeto de equipar a unidade com pá mecânica, retroescavadeira, caminhões e trator de esteira surgiu há cerca de dois anos, mas só entrou em prática há cerca de 40 dias, quando a primeira compra foi realizada.
A PM informou que cada veículo custou aproximadamente R$ 200 mil, seguindo à risca as necessidades das ações da PM.
Ainda está prevista a chegada de uma retroescavadeira, que possui um martelo hidráulico para quebrar muros. Apelidado de “Transformer dos Caveiras”, ele foi pintado de preto.
Fonte Original: G1 Rio de Janeiro
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Edir Macedo participa de vigília realizada na enseada de Botafogo, em setembro de 2007
Um diploma assinado por Jesus Cristo e uma chave do céu estão entre os “prêmios” entregues a fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus explorados em sua fé. Pastores chegavam a dizer que aqueles que amam Jesus deveriam pôr a chave de seus carros nas sacolinhas que circulam pelos tempos, de acordo com denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo, aceita segunda-feira pelo juiz da 9ª Vara Criminal da capital, Gláucio Roberto Brittes de Araújo. Tornaram-se réus o bispo Edir Macedo, fundador e chefe da Universal, e mais nove membros da igreja.
Macedo teria falsificado documentos para ocultar compra de emissoras:
Uma das linhas de investigação do MP contra Edir Macedo, é a descoberta de que o grupo chefiado pelo bispo ocultaria bens e falsificaria documentos para a compra de emissoras de rádio e TV. Num dos capítulos da denúncia, denominado “ocultação de bens pertencentes ao grupo criminoso”, os promotores apresentaram documentos que provariam uma série de negociações escusas na aquisição da TV Itajaí, em Santa Catarina, e na transferência de ações da rádio Record e das emissoras da TV Record em São Paulo, Franca e Rio Preto.
Um dos alvos do MP foi a negociação para a compra da TV Itajaí, afiliada da Rede Record. De acordo com as investigações, o bispo teria falsificado documentos para mudar a retransmissora de dono. Inicialmente adquirida por Marcelo Nascente Pires, a TV passou para o nome de um bispo de confiança de Macedo com uso de documento falso, segundo o MP.
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A professora Ione Batista tenta fazer uma ligação pelo celular, na ponte sobre o Rio Potengi, que dá acesso à cidade de Barcelona (RN).
Bem diferente de sua moderna xará europeia, a pacata Barcelona, no Rio Grande do Norte, vive uma situação curiosa. Ela é a única entre as cidades da chamada região do Potengi que ainda não conta com serviço de telefonia celular.
Para tentar usar o aparelho, muitos moradores recorrem a “celulódromos”, recantos da cidade que contam com uma localização privilegiada para captar algum sinal perdido de uma cidade vizinha. Pode ser a caixa d’água da cidade ou a ponte sobre o Rio Potengi, que dá acesso ao município, localizado a 86 quilômetros da capital Natal.
Enquanto o “progresso” não chega, os moradores vão usando seus aparelhos móveis para outras finalidades – que de normalmente secundárias passam a principais -, como câmera, tocador digital e videogame portátil, por exemplo.
A professora Ione Batista, por exemplo, usa seu aparelho móvel para registrar suas aulas. “Estamos sempre realizando algum projeto com os alunos e acabo usando o celular para fotografar e filmar essas atividades”, conta. “A função despertador eu uso diariamente, e também filmo bastante minha filha e coloco as imagens no computador”, completa a educadora, que também passa o tempo com joguinhos do celular.
Outros têm mais “sorte”, como o comerciante José Erivan Câmara, que, por morar na zona rural do município, às vezes consegue captar sinal celular de alguma cidade próxima. Mas, em vez de levar o celular para a rua, ele deixa o telefone em casa, como se fosse um telefone fixo sem fio.
“Só uso o celular quando estou fora da cidade. Moro a cerca de 10 Km do centro e, na cozinha da minha casa, às vezes, consigo pegar uma sobra de sinal”, conta o comerciante, que costuma deixar o celular desligado na maior parte do tempo.
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