
A partir desta sexta, lei antifumo entra em vigor no Estado de São Paulo
A partir desta sexta-feira (7), está proibido fumar em ambientes fechados de uso coletivo em todo o Estado de São Paulo. A lei antifumo, sancionada pelo governador José Serra há três meses, não permite cigarros, charutos e cigarrilhas no interior de bares, restaurantes, empresas, lanchonetes e boates.
A lei considerada recintos de uso coletivo: “aqueles total ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas”.
Entre os recintos onde passou a ser proibido fumar, estão “os ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte ou de entretenimento, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias e drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis.”
A multa inicial pelo desrespeito à lei antifumo – que será aplicada apenas nos estabelecimentos, não nos fumantes – ficará entre R$ 792,50 e R$ 1.585. Na segunda irregularidade, a cobrança será dobrada e, na terceira autuação, o estabelecimento comercial poderá ser totalmente interditado por 48 horas. Caso volte a desrespeitar a lei, as outras interdições serão por 30 dias.
Os responsáveis pelos estabelecimentos terão que fixar um aviso alertando os frequentadores do local sobre a regra. Este aviso deve seguir um modelo publicado no Diário Oficial.
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Recuperação. Palavra comum para Barueri e Vitória na noite desta quinta-feira, mas que só os paulistas podem pronunciar. Na Arena Barueri, o time de Estevam Soares derrotou os baianos por 4 a 0, dois gols de Luis, um de Otacílio Neto e outro de Thiago Humberto, e encerrou o incômodo jejum de quatro jogos sem vencer. Nas últimas três rodadas, havia sido derrotado em todas. Para o Rubro-Negro, a fase é amarga e de queda livre na tabela. Como se não bastasse ter perdido a invencibilidade no Barradão no último fim de semana, contra o São Paulo, os comandados de Paulo César Carpegiani não triunfam há três partidas. Com o resultado, o caçula do Brasileirão termina a 17ª rodada com 25 pontos, sobe três posições na tabela e está em nono. O Leão vem logo atrás, em décimo, com 24.
No próximo domingo, os paulistas recebem o Grêmio, em Barueri, e os baianos pegam o Fluminense, em Salvador.
‘Herdeiro’ da camisa 9 iluminado:
Algo de muito especial existe na camisa 9 do Barueri. Primeiro foi Pedrão, autor de seis gols no Brasileiro antes de ir para o Al Shabab, dos Emirados Árabes. Depois veio Val Baiano, artilheiro do Nacional ao lado de Adriano, do Flamengo, e Diego Tardelli, do Atlético-MG, com nove. E mesmo na ausência do goleador, machucado, o número dá sorte. O escolhido da vez foi Luis, de 22 anos, e 1,90m. E a estatura foi muito útil logo de cara. Aos dois minutos, Thiago Humberto avançou pela ponta esquerda para cruzar, o atacante se antecipou na primeira trave e abriu o placar de cabeça.
Em desvantagem, o Vitória não teve outra alternativa a não ser atacar, apesar da falta de criatividade. Sendo assim, chutou para ver no que dava. Aos cinco, Carlos Alberto bateu firme de fora da área e assustou Renê. Leandro Domingues também arriscou de longe, mas o goleiro estava atento. A velocidade de Fernandinho pela esquerda era a principal arma dos donos da casa. E daquele espaço sairia algo de muito bom. Aos 10, o camisa 11 arrancou em velocidade, ganhou de Wallace na corrida e bateu forte. Gléguer defendeu meio sem jeito.
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A festa estava armada para o Palmeiras disparar na liderança do Campeonato Brasileiro: torcida presente em massa no Palestra Itália, noite agradável em São Paulo nesta quinta-feira, e o time em grande fase. Só esqueceram de avisar ao Grêmio, que azedou a arrancada alviverde e colocou fogo no torneio. Apesar de jogar bem, o Verdão não passou de um empate por 1 a 1 com o Tricolor e viu o Goiás – que na quarta-feira derrotou o Flamengo – encostar . Cleiton Xavier abriu o placar, mas Maxi López empatou logo em seguida, ainda no primeiro tempo.
O incidente lamentável da partida aconteceu aos 36 minutos da etapa final, quando, numa disputa de bola normal com o meia Diego Souza, o zagueiro gremista Réver caiu desacordado e de mau jeito no gramado, causando preocupação geral em todos os jogadores. Ele foi encaminhado a um hospital para observação, mas no caminho já apresentava boa recuperação, e os exames foram apenas por precaução. O jogador foi liberado do hospital no início da madrugada desta sexta. A mesma sorte não deu o lateral-esquerdo Fábio Santos, que sofreu uma pancada ainda no primeiro tempo e teve uma fratura no pé esquerdo confirmada posteriormente.
Com o tropeço, o Palmeiras sobe para 35 pontos, ainda na primeira colocação do Brasileirão, três a mais que os goianos. O Verdão, contudo, poderia ter aumentado para cinco a vantagem sobre o clube do Centro-Oeste se tivesse vencido. O Grêmio aparece agora em sétimo, com 25, dois abaixo da zona de classificação para a Taça Libertadores.
O Palmeiras volta jogar apenas na próxima quarta-feira, quando encara o Atlético-MG, às 21h50m, no Mineirão. Já o Grêmio permanece no estado de São Paulo. No domingo, enfrenta o Barueri, às 20h30m, na Arena.
Palmeiras domina, mas Maxi López estraga a festa:
Empurrado por um Palestra Itália praticamente lotado, o Palmeiras foi para cima do Grêmio. Não bastasse o incentivo das arquibancadas, o Verdão teve também toda a ajuda do adversário. Com apenas Maxi López no ataque, os gaúchos não possuíam saída para o campo de ataque e acabaram encurrulados.
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Roni e Kieza comandaram a goleada do Fluminense sobre o Sport no Maracanã
Fazia exatamente dois meses e 11 partidas: na última vez que o Fluminense tinha vencido no Brasileirão, Michael Jackson ainda era vivo, a crise no Senado ainda não tinha sido deflagrada e a gripe suína não era epidemia no país. Mas a vitória por 5 a 1 sobre o Sport, nesta quinta-feira, no Maracanã, pela 17ª rodada, trouxe o Tricolor de volta para o futuro, espantou o jejum e, de quebra, apagou a lanterna nas Laranjeiras.
Com grande atuação de Kieza, que marcou duas vezes, e Roni, que fez de pênalti, o Fluminense deixou a última colocação também na tabela de melhores ataques, superando o Cruzeiro: 18 a 15. Carlos Eduardo e Maicon, para o Tricolor, e Vandinho, para o Leão, completaram o placar. O resultado fez com que os cariocas trocassem de lugar com os pernambucanos: estão em 19º, com 14 pontos, enquanto o Sport assumiu a última posição, com 13.
Na próxima rodada, o Fluminense pega o Vitória, domingo, às 16h, no Barradão, em Salvador. Já o Sport, que ainda não venceu distante da Ilha do Retiro, mais uma vez joga fora de casa: contra o Internacional, no Beira-Rio, segunda-feira, às 21h.
Em grande noite, Kieza e Roni garantem a vantagem:
Sem tempo a perder, o Fluminense dispensou a precaução e se mandou para cima do Sport desde o minuto inicial da partida. De uma forma um tanto desorganizada, é verdade, mas que, se nos 15 minutos iniciais não resultou em lances perigosos, ao menos deixou o adversário acuado e sem oferecer sustos.
Os passes errados impediam a criação de jogadas ofensivas, e apenas Kieza, com chutes sem direção, tinha assustado até os 20, quando o próprio atacante foi premiado pela insistência e abriu o placar. Roni tabelou com Marquinho, arriscou da entrada da área e ficou com o rebote de Magrão. O pisão na bola não impediu que ela sobrasse para Kieza, com o gol vazio, escorar para o fundo da rede.
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