Existe um lugar no Turcomenistão, bem no meio do deserto de Karakum – 11º maior deserto do mundo, o Karakum ocupa cerca de 70% do território turcomeno -, que os moradores chamam de “Porta para o Inferno”. É uma cratera com mais de 60 metros de diâmetro e 20 de profundidade, que, acredita-se, está em chamas há pelo menos 37 anos.
A cratera fica em uma região conhecida como Darvaza, a mais de 250 quilômetros de Asgabate, capital do país, e tem cerca de 350 habitantes que preservam um estilo de vida seminômade. Também é rica em enxofre e gás natural, substâncias que podem estar ligadas à existência do buraco, cujas chamas, durante a noite, podem ser vistas a quilômetros de distância – o brilho laranja pode até mesmo ser visto nas imagens de satélite do Google Maps.
Os relatos mais aceitos sobre a origem do fenômeno contam que geólogos russos estavam procurando reservas de gás natural na região quando uma das plataformas de perfuração caiu em uma caverna subterrânea, o que abriu a cratera. A caverna estava cheia de gás e, para evitar que a substância tóxica se espalhasse, os russos incendiaram o local, para que o gás se consumisse – e ele estaria queimando desde então. O fotógrafo americano John Bradley http://www.johnhbradley.com/, autor das fotos que ilustram esta matéria, afirmou em seu site que o cheiro de enxofre queimado pode ser sentido de longe – daí também a relação com o inferno feita pelos habitantes locais.
A data do acidente nas escavações russas não é precisa, alguns se referem ao final da década de 50, outros especificamente ao ano 1971. Também não se sabe ao certo se havia pessoas dentro do lugar quando o fogo foi ateado. Qualquer que seja a data (ou a história), a cratera está em chamas há muitos anos. Ninguém tem ideia de quantas toneladas de gás já foram consumidas pelas chamas.
Contrariando essa hispótese, o jornalista americano Joshua Kucera, que também esteve na região, contou que seu guia turcomeno afirmou que a formação era natural.
Fonte Original: Revista Época

Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) fizeram nesta quinta-feira (16) um protesto pela saída do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP)
Vestidos com camisetas brancas pintadas com as letras que formam a mensagem “fora Sarney”, estudantes da Universidade de Brasília (UnB) realizaram um protesto pela saída do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), nesta quinta-feira (16).
Durante alguns minutos, o grupo composto de 15 estudantes gritou palavras de ordem como “fora, Sarney!”, nas galerias próximas ao plenário da Casa.
Os seguranças do Senado apreenderam alguns pertences do grupo, como a camiseta que levava a letra “S”, do “fora, Sarney!”.
Segundo um dos manifestantes, o grupo vai realizar sucessivas manifestações pela saída de Sarney e dos demais integrantes da Mesa Diretora da Casa. “Esse é o primeiro ‘Ato Secreto Popular do Fora Sarney!’. Vamos fazer outros”, prometeu um dos líderes do movimento. “O nome do nosso ato é secreto, porque para poder se manifestar na casa do povo a gente tem que entrar de maneira secreta”, explicou o estudante.
Conselho de Ética:
Na quarta-feira (15) foi instalado o Conselho de Ética do Senado. O senador Paulo Duque (PMDB-RJ) foi eleito para presidir o grupo que terá a missão de analisar três representações por quebra de decoro contra Sarney.
Duque foi eleito depois que o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) decidiu deixar o colegiado. Valadares havia sido indicado pelo PT, mas acabou tendo o nome vetado pelo grupo ligado ao líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), que preferia Duque. Renan também é alvo de uma representação por quebra de decoro.
E nesta quinta, o surgimento de supostas gravações telefônicas em que uma neta do presidente do Senado teria negociado com o avô a nomeação de seu namorado, por meio de ato secreto, pode motivar uma nova denúncia contra o peemedebista no Conselho de Ética da Casa.
O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), anunciou que irá levar o caso ao conselho, para que o colegiado apure a suposta participação de Sarney nas negociações que levaram o então diretor-geral Agaciel Maia a nomear o namorado de sua neta para um cargo de R$ 2,7 mil no Senado. “Vamos ver se a água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”, afirmou Virgílio.
Fonte Original: G1 Política
Caroline Celico, a mulher do jogador de futebol Kaká, abrirá uma igreja evangélica em Madri, cidade espanhola onde seu marido atua pelo time Real Madrid. “Como pode, no meio da crise econômica, alguém ter dinheiro? E o dinheiro foi cair onde? No Real Madrid para contratar o Kaká. Acima de financeiro, acima dos benefícios da mudança, vamos poder abrir uma igreja lá. Há vidas que precisam ouvir este testemunho”, diz ela em um vídeo divulgado no “Youtube”. De acordo com informações publicadas no site, a gravação foi feita no dia 21 de junho, na Flórida, nos Estados Unidos.
No vídeo, ela também comenta sobre o fato de ter esperado até depois do casamento para ter relações sexuais com o atleta. “Quando eu conheci o Kaká eu não era convertida e acabei me apaixonando pela igreja Renascer. Fiz uma aliança com o Senhor e ele tinha colocado no meu espírito casar virgem. Um dia acabei falando para o Kaká e eu pensei: ‘quando falar para ele, ele vai me largar’. Quando contei que queria casar virgem, ele ficou emocionado e falou: ‘Esse é o sinal que eu tinha pedido para o Senhor. Se você fosse a pessoa certa ia querer fazer essa aliança.’”
Estão no “YouTube” dois vídeos com a pregação de Caroline. Cada um com cerca de 8 minutos de duração. Logo na abertura, a mulher do craque brasileiro é apresentada pela bispa Sonia Hernandes, fundadora da Igreja Renascer. Com o filho do casal no colo – Luca, de 1 ano -, ela abre sua pregação falando do trabalho religioso de Caroline: “Enquanto papai marca gol, a gente pisa na cabeça do diabo”, diz. A“Pastora Carol”, segundo a bispa, “administra a escola de profetas” e agora tem uma nova missão: “abrir uma igreja na Espanha.”
Em entrevista recente a QUEM, Kaká falou sobre seu desejo de se tornar pastor depois de se aposentar do futebol. “Quem sabe, um dia eu possa fazer isso através de um altar e uma igreja, pois eu gosto muito de estudar a Bíblia e conhecer sempre mais do poder Dele. Um dia, se Deus quiser, serei também pastor.”
Fonte Original: Revista Quem
Após fazer um péssimo primeiro tempo e sair atrás no placar, na noite desta quinta-feira, o Náutico reagiu e arrancou o empate por 1 a 1 com o Vitória, nos Aflitos, em partida válida pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado, no entanto, foi frustrante para o bom público que compareceu ao estádio para ver a estreia de Geninho e o Timbu perder chances claras de virar o jogo, na etapa final. Em uma delas, aos 47 do segundo tempo, Gladstone, debaixo das traves, fez o mais difícil e mandou a bola para longe da meta baiana.
Se não conseguiu manter o embalo da goleada sobre o Santos, o time do técnico Paulo Cesar Carpegiani ao menos volta para casa e aumenta em um ponto sua vantagem dentro do G-4 para o Barueri, que é o quinto, com 18 pontos, e ainda tem o artilheiro isolado da competição: Roger, que chegou ao oitavo gol. O Alvirrubro igualou o placar com Gilmar, de pênalti.
Com o resultado, o Leão baiano chegou a 20 pontos e manteve a quarta posição da tabela. O Timbu é o lanterna, com nove.
As equipes voltam a atuar no domingo. O Vitória recebe o líder Atlético-MG, às 16h, enquanto o Náutico pega o Barueri, fora de casa, às 18h30m.
Roger abre o placar:
O início da partida foi marcado pelo excesso de faltas. O Vitória era superior e trocava passes com facilidade. O time rubro-negro abriu o placar aos 11. Roger recebeu na área, após o escorregão de Vagner Silva, e teve tempo para girar e bater cruzado no canto esquerdo do goleiro Eduardo.
O Timbu buscou a reação, mas esbarrou nas próprias limitações técnicas. Aos 16, Aílton arriscou de fora da área, mas errou o alvo, e a bola saiu à esquerda de Viafara.
Por pouco o Vitória não ampliou aos 33. Leandro cobrou falta pela direita, e, no desvio de Anderson Martins, a bola tocou o travessão antes de sair.
Os donos da casa não conseguiam chegar com a bola até a área adversária e exageravam nas tentativas de longa distância, mas a falta de pontaria alvirrubra manteve o placar favorável aos visitantes.
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Tinha tudo para ser uma vitória tranquila, mas foi no sufoco. De qualquer maneira, o Corinthians conseguiu se aproximar do pelotão de frente do Campeonato Brasileiro com a vitória por 4 a 3 sobre o Sport nesta quinta-feira, no estádio do Pacaembu. O time pernambucano saiu na frente com Fabiano, mas Ronaldo brilhou, fez dois gols de cabeça e virou. Cristian ainda ampliou. Mas Vandinho não desistiu, foi às redes duas vezes e empatou. Só que o Timão acordou em campo, e Moradei assegurou o triunfo.
Agora com 17 pontos em 11 jogos, a equipe paulista aparece na sexta colocação, a dois pontos do quarto colocado, o Vitória, e a sete do líder, o Atlético-MG. O time pernambucano começa a se complicar na tabela de classificação. Com apenas 11 pontos, ocupa a 13ª posição, apenas um ponto à frente do Botafogo, primeiro time a compor o bloco da zona do rebaixamento.
Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians terá um desafio fora de casa, contra o Cruzeiro, vice-campeão da Taça Libertadores, em Belo Horizonte. O jogo está marcado para domingo, às 16h. No mesmo dia, só que às 18h30m, o Sport receberá a visita do Avaí, na Ilha do Retiro, no Recife.
Cabeça fenomenal:
Os cinco primeiros minutos do duelo entre Corinthians e Sport foram muito ruins. Erros de passe, faltas desnecessárias e nenhuma chance clara de gol. O fraco futebol deixou os jogadores mais exaltados, e aos 6 minutos Sandro Goiano e Jorge Henrique se estranharam, trocaram empurrões e ouviram sermão do árbitro Carlos Eugênio Simon.
Chute a gol, apenas aos 8 minutos. E mesmo assim, nada demais. O corintiano Cristian arriscou de fora da área, a bola desviou em Igor e o goleiro Magrão defendeu tranquilamente. Aos 11, no entanto, o Timão por pouco não abriu o marcador. Ronaldo recebeu bom passe de Douglas, ajeitou e bateu de fora da área, tirando tinta da trave.
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O jogo entre Atlético-MG e São Paulo, nesta quarta-feira, no Mineirão, nem havia começado e a torcida do Galo comemorava como se a equipe tivesse vencido uma final de campeonato. Bem, de certa forma, isso realmente aconteceu. A empolgação atleticana pela derrota do Cruzeiro para o Estudiantes na final da Taça Libertadores era tanta que o confronto do Galo contra o Tricolor foi como um segundo tempo de um jogo que começou no dia anterior. E nessa etapa final, o alvinegro mineiro deu as cartas. Sem dificuldades, diante de um São Paulo sem brilho, venceu por 2 a 0. E como o momento do Atlético é de êxtase, o time ainda voltou à liderança do Brasileirão, com 24 pontos. O São Paulo, em queda livre, está em 15º lugar, com 11.
O jogo apresentou o segundo maior público do Brasileirão até o momento: 54.214 pagantes. Atrás apenas de Flamengo 2 x 1 Atlético-PR, na quarta rodada, estreia de Adriano: 68.217.
O Atlético volta a campo no próximo domingo, às 16h, para enfrentar o Vitória, no Barradão. No mesmo dia e horário, o São Paulo disputa o clássico com o Santos no Morumbi.
Miranda cochila, e Tardelli marca:
A empolgação das arquibancadas lotadas contagiou os jogadores dentro de campo, que sufocaram o São Paulo desde os primeiros segundos. Logo a um minuto, o zagueiro Miranda abusou da categoria. Talvez para não manchar sua reputação de jogador técnico com um chutão, ele tentou driblar Diego Tardelli. Dançou. O ex-são-paulino roubou a bola, invadiu a área e estufou a rede defendida por Denis com uma bomba de direita.
Apático, sem mobilidade, tocando a bola de lado sem conseguir aprofundar jogadas, o São Paulo dava sono. Dagoberto, muito longe de Borges, corria de um lado para o outro sem conseguir dominar a bola. Hugo e Jorge Wagner, que deveriam armar jogadas, erravam passes. O oposto do Atlético, que contrariava a batida retórica de que time com três zagueiros é defensivo.
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“Olhos azuis”, de José Joffily, recebeu o troféu Menina de Ouro como o melhor longa de ficção e outros cinco prêmios do II Festival Paulínia de Cinema. O evento premiou ainda o documentário, “Só dez por cento é mentira”, de Pedro Cezar.
Os curtas “Timing”, de Amir Admoni, e “Spectaculum”, de Juliano Luccas, venceram nas categorias nacional e regional, respectivamente.
O júri escolheu Ana Luíza Azevedo, de “Antes que o mundo acabe”, como a melhor direção de ficção, e a dupla Roberto Berliner e Pedro Bronz, por “Herbert de perto”, pela direção de documentário.
O prêmio especial do júri foi para “Contador de histórias”, de Luiz Villaça.
Confira a premiação:
Longa-metragem – Ficção:
Melhor filme de ficção: “Olhos azuis”, de José Joffily.
Melhor direção de ficção: Ana Luíza Azevedo, de “Antes que o mundo acabe”.
Prêmio especial do júri: “O contador de histórias”, de Luiz Villaça.
Melhor roteiro: Paulo Halm e Melanie Dimantas, de “Olhos azuis”.
Melhor ator: Marco Ribeiro, Paulo Mendes e Cleiton Santos, de “O contador de histórias”.
Melhor atriz: Cristina Lago, de “Olhos azuis”; e Sílvia Lourenço e Maria Clara Spinelli, de “Quanto dura o amor?”.
Melhor ator coadjuvante: Irandhir Santos, de “Olhos azuis”.
Melhor atriz coadjuvante: Nívea Magno, de “No meu lugar”.
Melhor figurino: Rosangela Cortinhas, de “Antes que o mundo acabe”.
Melhor trilha sonora: Leo Henkin, de “Antes que o mundo acabe”.
Melhor direção de arte: Fiapo Barth, de “Antes que o mundo acabe”.
Melhor som: François Wolf, de “Olhos azuis”.
Melhor montagem: Pedro Bronz, de “Olhos azuis”.
Melhor fotografia: Jacob Solitrenick, de “Antes que o mundo acabe”.
Longa-metragem – Documentário:
Melhor documentário: “Só dez por cento é mentira”, de Pedro Cezar.
Melhor direção de documentário: Roberto Berliner e Pedro Bronz, por “Herbet de perto”.
Curta-metragem – Regional:
Melhor filme: “Spectaculum”, de Juliano Luccas.
Melhor direção: Cauê Fernandes Nunes, de “Quem será Katlyn”.
Melhor roteiro: Pedro Struchi, de “Prós e contras”.
Melhor ator: Alexandre Caetano, de “Prós e contras”.
Melhor atriz: Roseli Silva, de “Morte corporation”.
Melhor montagem: Cauê Fernandes Nunes, de “Quem será Katlyn”.
Melhor fotografia: Marcelo Mazzariol, de “Spetaculum”.
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A chegada do inverno no hemisfério sul é um dos fatores por trás do aumento no número de casos da gripe A, acreditam os médicos que acompanham a evolução da pandemia no mundo. Para evitar o contágio, os especialistas recomendam: evite aglomerações de pessoas e lave as mãos diversas vezes ao dia.
A máscara cirúrgica comum não protege contra a infecção – apenas evita, e por pouco tempo, que você passe o vírus para outra pessoa se estiver doente.
Ainda não se sabe exatamente qual a importância dos fatores climáticos na propagação do vírus H1N1, mas os cientistas observam, com algumas exceções, um aumento no número de casos no hemisfério sul, com a chegada do inverno, e uma estabilização no norte, onde começa o verão.
“Durante o inverno as pessoas ficam mais dentro de ambientes fechados e evitam sair ao ar livre. Isso ajuda o vírus a se propagar entre a população”, explicou o médico Antônio Barone, do Hospital das Clínicas de São Paulo, responsável pelo plano de contingência para a gripe A do hospital.
Por isso, o primeiro passo para fugir de infecções é: evite aglomerações. “Para o vírus ser transmitido você precisa estar perto da pessoa doente. A mais de um metro de distância não pega. Por isso é preciso evitar aglomerações e exposições desnecessárias”, orienta Barone.
Passo número dois: lave as mãos muitas vezes ao dia. O vírus está presente em microgotículas de saliva, que se espalham por todo o ambiente. “Mesmo sem perceber, nós levamos as mãos ao rosto diversas vezes ao dia”, explica Barone. Lavar as mãos diminui as chances de contágio.
O uso das máscaras cirúrgicas comuns não evita o contaminação pelo vírus. “Essa máscara serve apenas para que você não transmita a doença para os outros”, afirma o médico. Vale lembrar que a gripe A, assim como a comum, é contagiosa mesmo antes de apresentar sintomas.
Aliás, vale o reforço: os sintomas da gripe A são os mesmos da gripe comum. Se você viajou para o exterior ou teve contato com alguém que viajou e está com febre, tosse, dor muscular e falta de ar: procure um hospital. A única forma de separar os dois vírus é através de um exame de laboratório.
Fonte Original: G1 Brasil
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta quinta-feira (16) que já há transmissão sustentada da nova gripe no Brasil. De acordo com o ministério, além das pessoas que se infectaram no exterior e as que tiveram contato com elas, há outras sem vínculos com esses grupos que pegaram a doença.
Temporão confirmou também que o número de mortes pela doença no país chega a 11.
O primeiro caso confirmado de transmissão sustentada foi a de uma criança que morreu no último dia 30 de junho em São Paulo. Somente nesta quinta-feira, a Secretaria de Saúde de SP confirmou que não havia nenhum vínculo desta pessoa com alguém que veio do exterior.
“Pela primeira vez, através de uma análise epidemiológica, tivemos um caso em que não foi possível encontrar vínculo. Embora o estudo epidemiológico não esteja pronto, há evidências de que o vírus esteja circulando no Rio Grande do Sul”, disse Temporão.
“Esse era um fenômeno esperado de transmissão, especialmente no vírus influenza,” disse o ministro. O Brasil é o oitavo país que confirma a transmissão sustentada.
Apesar da mudança, o ministro da Saúde garantiu que “o momento é um momento de tranquilidade.” Mesmo com a transmissão sustentada, não haverá mudança de protocolo do ministério.
Na quarta (16), o ministério confirmou 1.175 casos da nova gripe e a transmissão ainda era considerada limitada.
“Não há nenhum motivo para pânico, nenhum motivo para mudar radicalmente o comportamento das pessoas”, afirmou. A recomendação para que pessoas não viajem para países com transmissão sustentada continua.
O ministro disse que não “há sentido” em recomendar suspensão de viagens para São Paulo, que tem transmissão sustentada confirmada, e para o Rio Grande do Sul, onde há evidências.
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A Nasa, a agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira (16) vídeos restaurados da missão Apollo 11. A companhia que recuperou os registros, em um projeto que gastou US$ 230 mil, é a mesma que digitalizou o clássico “Casablanca”.
Por incrível que pareça, a agência espacial americana simplesmente perdeu suas fitas originais. Após três anos procurando o material, funcionários concluíram que elas foram provavelmente apagadas.
A estratégia, então, foi trabalhar com base em registros das transmissões de TV e refinar sua qualidade. Até o momento, 40% das filmagens foram restauradas.
Os vídeos originais ficavam armazenados em imensas pilhas de bobinas de fita. Cada uma continha 15 minutos de filmagem. Nas décadas de 1970 e 1980, faltaram tapes e a Nasa apagou e reutilizou cerca de 200 mil bobinas. O destino da documentação original da missão Apollo 11 deve ter sido selado justamente neste afã de fazer economia.
A empresa de restauração, a Lowry Digital, da Califórnia, também tratou Star Wars e filmes da série 007.
Fonte Original: G1 Especial
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